sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
"BARROCO, na linguagem musical...!
Antes de prosseguirmos com as "Oratórias", tão ricas e complexas, como apanágio do Séc::XVII/XVIII, vamos exercitar um pouco sobre o BARROCO..., termo retirado da (História da Arte)..., foi essencialmente a época do "baixo continuo", fundamento harmónico da música Barroca, onde a voz é duplicada, (facultativamente), transformando-se neste período, um elemento essencial, que..., com a sua harmonia realizada pelo executante (apesar de não constar na partitura), serve de grande apoio para os solistas, concertantes! Este "conceito", dará aos cantores a liberdade para amplitudes, geralmente concretizadas pela improvisação e ornamentações vocais !
Este princípio, (concertante) encontra-se em todos os "géneros musicais"e não só em «concerto»!
O período entre 1600 e 1756, foi considerada uma época, "estilisticamente homogénia", da História da Música. Os compositores do Barroco, usaram com muita eficácia textos dramáticos ou líricos nas suas obras, absorvendo como modelo a "monodia á antiga" depois denominada "ária", que tinha efeitos (mágicos...) sobre os ouvintes, adaptando-se à época com novas formas de expressão, que consistiam na demonstração e exploração do conteúdo afectivos do texto.
A voz solista e o "baixo contínuo", exploram então esta estrutura marcante, onde a execução cheia de demonstrações afectivas por parte do libretista e compositor..., é valorizada não só pelos ornamentos vocais mas também por um "conceito teatral", gestual e movimentação corporal...!
É com este "aglomerar" de procedimentos que se dá a maior transformação, do "género ópera", desde o seu nascimento..., por volta de 1600, mais propriamente 1598, com "DAFNE", texto de Rinucinni, (a partir "Ovídio") e música de Jacopo Peri. É conhecida como a primeira ópera conservada intacta até aos nosso dias...!
-PRIMEIRO BARROCO-
Esta primeira fase, com início por volta de 1571/1600, com "Peri (Dafne) e Lasso", atingiu o seu ponto mais alto com MONTEVERDI, (1571/1643), mas existindo alguns bons compositores, pouco divulgados em Portugal, como G.Frescobaldi, H.Schütz, J. Ch. Chambonnières , G,Carissimi e F.Cavvalli (1602/1676).
-BARROCO PLENO-
Esta segunda fase, sobejamente conhecida, divulgada e apreciada, decorre grande parte durante
a "Guerra dos 30 Anos", 1618/1648, cito «é a denominação genérica de uma série de guerras, entre várias Nações Europeias, principalmente entre católicos e protestantes, e que envolveu um grande esforço para diminuir a força da "dinastia dos Habsburgos", que dominavam na Europa Central e que acabou com uma série de tratados, a que no seu conjunto ficou denominado por "Tratado de Vestefália"...!
Neste largo período, foi construído em Veneza, (1640) o primeiro teatro de ópera, público!
Esta extraordinária e pujante fase do Barroco, começou a ganhar estatuto próprio a partir de 1653 até 1713, com por exemplo A.Corelli, A.Scarlati e H.Purcell, passando de imediato para a terceira fase deste fortíssimo movimento musical...!
-BARROCO TARDIO-
Surgiu então Couperin, A.Vivaldi, Teleman, Rameau, Bach, D.Scarlati(1685/1750), cito «músico oficial da corte de Don José I» e finalmente Handel. Neste período foi profícuo a presença deste compositor em Londres, a construção da primeira ópera Alemã em Hamburgo, a Fundação da Academie Royale de Musique, a The Beggar`s Ópera de Londres. Com este vastíssimo leque de grandes glórias, nasce em 1756, MOZART e como sabemos, bem cedo começará com o seu génio, a fase musical seguinte...,CLASSICISMO...!
Este princípio, (concertante) encontra-se em todos os "géneros musicais"e não só em «concerto»!
O período entre 1600 e 1756, foi considerada uma época, "estilisticamente homogénia", da História da Música. Os compositores do Barroco, usaram com muita eficácia textos dramáticos ou líricos nas suas obras, absorvendo como modelo a "monodia á antiga" depois denominada "ária", que tinha efeitos (mágicos...) sobre os ouvintes, adaptando-se à época com novas formas de expressão, que consistiam na demonstração e exploração do conteúdo afectivos do texto.
A voz solista e o "baixo contínuo", exploram então esta estrutura marcante, onde a execução cheia de demonstrações afectivas por parte do libretista e compositor..., é valorizada não só pelos ornamentos vocais mas também por um "conceito teatral", gestual e movimentação corporal...!
É com este "aglomerar" de procedimentos que se dá a maior transformação, do "género ópera", desde o seu nascimento..., por volta de 1600, mais propriamente 1598, com "DAFNE", texto de Rinucinni, (a partir "Ovídio") e música de Jacopo Peri. É conhecida como a primeira ópera conservada intacta até aos nosso dias...!
-PRIMEIRO BARROCO-
Esta primeira fase, com início por volta de 1571/1600, com "Peri (Dafne) e Lasso", atingiu o seu ponto mais alto com MONTEVERDI, (1571/1643), mas existindo alguns bons compositores, pouco divulgados em Portugal, como G.Frescobaldi, H.Schütz, J. Ch. Chambonnières , G,Carissimi e F.Cavvalli (1602/1676).
-BARROCO PLENO-
Esta segunda fase, sobejamente conhecida, divulgada e apreciada, decorre grande parte durante
a "Guerra dos 30 Anos", 1618/1648, cito «é a denominação genérica de uma série de guerras, entre várias Nações Europeias, principalmente entre católicos e protestantes, e que envolveu um grande esforço para diminuir a força da "dinastia dos Habsburgos", que dominavam na Europa Central e que acabou com uma série de tratados, a que no seu conjunto ficou denominado por "Tratado de Vestefália"...!
Neste largo período, foi construído em Veneza, (1640) o primeiro teatro de ópera, público!
Esta extraordinária e pujante fase do Barroco, começou a ganhar estatuto próprio a partir de 1653 até 1713, com por exemplo A.Corelli, A.Scarlati e H.Purcell, passando de imediato para a terceira fase deste fortíssimo movimento musical...!
-BARROCO TARDIO-
Surgiu então Couperin, A.Vivaldi, Teleman, Rameau, Bach, D.Scarlati(1685/1750), cito «músico oficial da corte de Don José I» e finalmente Handel. Neste período foi profícuo a presença deste compositor em Londres, a construção da primeira ópera Alemã em Hamburgo, a Fundação da Academie Royale de Musique, a The Beggar`s Ópera de Londres. Com este vastíssimo leque de grandes glórias, nasce em 1756, MOZART e como sabemos, bem cedo começará com o seu génio, a fase musical seguinte...,CLASSICISMO...!
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
George Frideric HANDEL (1685-1759)
«A ópera Italiana»
Foi com HANDEL que a ópera barroca e a ópera séria italiana, atingiram o apogeu em Inglaterra.
Foi no Haymarket Theatre, que HANDEL apresentou a sua primeira obra, um espectáculo riquíssimo em cenários e muita cor e grandes efeitos mágicos em torno da figura central, (Arminda, a feiticeira) na ópera "RINALDO" (1711), com um êxito enorme, que o levou a estrear uma nova ópera por ano, que foram:
"Il pastor fido" (1712), "Teseu" e "Silla" (1713/14) e "Amadigi" (1715). O sucesso de HANDEL, foi tão grande que ao ser fundada a "ROYAL ACADEMY OF MUSIC", sociedade de accionistas e dirigida pelo empresário HEIDEGGER que convidou HANDEL para director artístico. A capacidade financeira era tão grande que por lá passaram os maiores, castrati, sopranos, e sopranos coloratura. Nesta fase HANDEL, compôs pelo menos 10 a 12 óperas entre elas as hoje tão apreciadas "Giulio Cesare" e "Tarmelano".
Esta Royal Academy fechou as suas portas em 1728, mas HANDEL e HEIDEGGER, fundaram outra de imediato. Compôs para este espaço mais seis óperas, sendo a última a tão famosa "Orlando", e a seguir esta academia também encerrou. Com enormes dificuldades económicas ainda estreou "Arianne"(1734) e repôs
"Il pastore fido". Mais Tarde a convite do Convent Garden Theatre, estreou, "Ariodante", "Alcina", "Atalanta" e mais tarde "Armínio", "Giustino" e "Berenice" (1737). Depois de um ataque de apoplexia renuncia ao cargo. e só mais tarde para o King´s Theatre de HEIDEGGER, compôe mais quatro óperas sendo a última "Deidamia".
HANDEL superou na época do Barroco, os compositores italianos porque a sua força e grandeza, as suas extraordinárias harmonias melódicas, com uma enorme abrangência do conceito dramático, da grandiosidade intímista e simultâneamente expressiva, concretizou cenas grandiosas com grandes conjuntos e coros...!
Mas não foi só como compositor de óperas que se tornou um dos maiores da sua época. Das suas "Oratórias" falarei a seguir...!
Foi com HANDEL que a ópera barroca e a ópera séria italiana, atingiram o apogeu em Inglaterra.
Foi no Haymarket Theatre, que HANDEL apresentou a sua primeira obra, um espectáculo riquíssimo em cenários e muita cor e grandes efeitos mágicos em torno da figura central, (Arminda, a feiticeira) na ópera "RINALDO" (1711), com um êxito enorme, que o levou a estrear uma nova ópera por ano, que foram:
"Il pastor fido" (1712), "Teseu" e "Silla" (1713/14) e "Amadigi" (1715). O sucesso de HANDEL, foi tão grande que ao ser fundada a "ROYAL ACADEMY OF MUSIC", sociedade de accionistas e dirigida pelo empresário HEIDEGGER que convidou HANDEL para director artístico. A capacidade financeira era tão grande que por lá passaram os maiores, castrati, sopranos, e sopranos coloratura. Nesta fase HANDEL, compôs pelo menos 10 a 12 óperas entre elas as hoje tão apreciadas "Giulio Cesare" e "Tarmelano".
Esta Royal Academy fechou as suas portas em 1728, mas HANDEL e HEIDEGGER, fundaram outra de imediato. Compôs para este espaço mais seis óperas, sendo a última a tão famosa "Orlando", e a seguir esta academia também encerrou. Com enormes dificuldades económicas ainda estreou "Arianne"(1734) e repôs
"Il pastore fido". Mais Tarde a convite do Convent Garden Theatre, estreou, "Ariodante", "Alcina", "Atalanta" e mais tarde "Armínio", "Giustino" e "Berenice" (1737). Depois de um ataque de apoplexia renuncia ao cargo. e só mais tarde para o King´s Theatre de HEIDEGGER, compôe mais quatro óperas sendo a última "Deidamia".
HANDEL superou na época do Barroco, os compositores italianos porque a sua força e grandeza, as suas extraordinárias harmonias melódicas, com uma enorme abrangência do conceito dramático, da grandiosidade intímista e simultâneamente expressiva, concretizou cenas grandiosas com grandes conjuntos e coros...!
Mas não foi só como compositor de óperas que se tornou um dos maiores da sua época. Das suas "Oratórias" falarei a seguir...!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Orfeu/Monteverdi
Quando Monteverdi estreou esta «obra-prima»,o filho do Duque de Mântua,(este protector do compositor) escrevia a um outro futuro melómano,seu amigo dizendo quão estranho seria, todos os actores/cantores, cantarem os seus próprios papeis. A representação em Mântua, julga-se que nem cenário teve, nem intervalo. Consta que os elementos femininos presentes «muito choraram, porque nunca se tinha escutado algo assim»...! O êxito foi tão grande que foi repetido dias depois. Estava-mos no principio, daquilo que seria, «Ópera». O principal desafio que Monteverdi, exigia aos cantores era fazer com que ao cantarem conseguissem extrair as subtilezas emocionais, mas sempre mantendo uma postura limpa, como o cânone clássico exigia à época.
Esta obra foi várias vezes apresentada em Itália até meados do século XVII. Consta que a sua apresentação, já na era moderna teve lugar em Paris (1911).A partir daí existiram várias leituras diferentes de vários maestros sempre com encenações sumptuosas,e algumas alterações na partitura original.
Existe uma belíssima gravação em CD: John Mark Ainsley(Orfeu),e Philip Pickett, como maestro. A editora: L`Oiseau Lyre 433 545 2.
Esta obra foi várias vezes apresentada em Itália até meados do século XVII. Consta que a sua apresentação, já na era moderna teve lugar em Paris (1911).A partir daí existiram várias leituras diferentes de vários maestros sempre com encenações sumptuosas,e algumas alterações na partitura original.
Existe uma belíssima gravação em CD: John Mark Ainsley(Orfeu),e Philip Pickett, como maestro. A editora: L`Oiseau Lyre 433 545 2.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
CLAUDIO MONTEVERDI
Monteverdi, nasceu em Cremona (Itália)1567 e morreu em Veneza em 1643 (Itália)
Filho de um farmacêutico, seu pai mandou-o receber formação musical no coro da catedral de Cremona. Aí estudou teoria da Música e Composição. Aprendeu violino e cantava no coro.
A sua primeira publicação musical que foi editado quando tinha 15anos era um(motetes a três vozes), chamado (Sacrae Cantinunculai,1582).
Sómente com vinte anos editou uma colecção de madrigais a cinco vozes e um pouco mais tarde segui-se a oito vozes, obra considerada indispensável para os jovens compositores da sua época.
Por volta de 1590 entra ao serviço do Duque Vincenzo Gonzaga I de Mantua, como violinista e mais tarde como compositor.Em Mantua casou-se com a "soprano" Claudia Cattaneo.
Quando o segundo Duque de Mantua sucedeu a Vicenzo, este prescindio dos seus serviços, Monteverdi
solicitou com êxito o cargo de Gioavnni Gabrieli, (falecido recentemente), na Catedral San Marcos de Veneza.
Nesta cidade viveu como maestro consagrado, continuando compondo música sacra e profana.
Até avançada idade conservou a frescura e a originalidade da sua força credora.
Filho de um farmacêutico, seu pai mandou-o receber formação musical no coro da catedral de Cremona. Aí estudou teoria da Música e Composição. Aprendeu violino e cantava no coro.
A sua primeira publicação musical que foi editado quando tinha 15anos era um(motetes a três vozes), chamado (Sacrae Cantinunculai,1582).
Sómente com vinte anos editou uma colecção de madrigais a cinco vozes e um pouco mais tarde segui-se a oito vozes, obra considerada indispensável para os jovens compositores da sua época.
Por volta de 1590 entra ao serviço do Duque Vincenzo Gonzaga I de Mantua, como violinista e mais tarde como compositor.Em Mantua casou-se com a "soprano" Claudia Cattaneo.
Quando o segundo Duque de Mantua sucedeu a Vicenzo, este prescindio dos seus serviços, Monteverdi
solicitou com êxito o cargo de Gioavnni Gabrieli, (falecido recentemente), na Catedral San Marcos de Veneza.
Nesta cidade viveu como maestro consagrado, continuando compondo música sacra e profana.
Até avançada idade conservou a frescura e a originalidade da sua força credora.
domingo, 1 de maio de 2011
Manifesto III
A palavra «ópera» nunca foi utilizada antes de 1650, porque para as peças teatrais, existia a designação mais universal como...,(Drama Musical) ou (Fábula Musical)assim era porque as primeiras composições não se diferenciavam muito, da forma musical mais popular, os extensos madrigais e sendo até aí a maneira mais conhecida de expressão vocal do séc:XVI e princípios de XVII.
Os dramas bucólicos em vários actos foram os precursores no Renascimento Italiano onde eram muito apreciados, essencialmente "Aminta", de Torquato Tasso e (O Pastor Companheiro)de Battista Guarini
(1544-1612).Para estes dramas bucólicos, já foram utilizados canções e coros. Esta sucessão, mais tarde se converteu no que seria à posterior a Ópera Barroca com as estórias mais ou menos confusas,intercaladas com muitas personagens secundárias, geralmente cómicas sendo quase obrigatório um final feliz. Atribui-se também outra grande influência na futura Ópera,ás comédias madrigalescas, no já avançado séc:XVI, principalmente da autoria de Orazio Vecchi e Adriano Banchieri. Peculiar era o facto de não haver diferença alguma musical entre o coro e os protagonistas, pois nunca havia passagem para um solista. Foi uma experiência interessante naqueles tempos, onde em Ferrara tiveram enorme êxito três "divas", para quem o compositor dos príncipes do estado de ESTE, Luzzasco Luzzaschi, escreveu madrigais para uma só voz, dentro de uma composição onde entravam pelo menos três vozes, em principio com acompanhamento de instrumento de teclas um alaúde e um de cordas o «baixo». Estava preparado o "espaço" para a aparição de um "Génio" que conjugaria as diferentes correntes,em autênticos dramas musicais...!
CLAUDIO MONTEVERDI
Os dramas bucólicos em vários actos foram os precursores no Renascimento Italiano onde eram muito apreciados, essencialmente "Aminta", de Torquato Tasso e (O Pastor Companheiro)de Battista Guarini
(1544-1612).Para estes dramas bucólicos, já foram utilizados canções e coros. Esta sucessão, mais tarde se converteu no que seria à posterior a Ópera Barroca com as estórias mais ou menos confusas,intercaladas com muitas personagens secundárias, geralmente cómicas sendo quase obrigatório um final feliz. Atribui-se também outra grande influência na futura Ópera,ás comédias madrigalescas, no já avançado séc:XVI, principalmente da autoria de Orazio Vecchi e Adriano Banchieri. Peculiar era o facto de não haver diferença alguma musical entre o coro e os protagonistas, pois nunca havia passagem para um solista. Foi uma experiência interessante naqueles tempos, onde em Ferrara tiveram enorme êxito três "divas", para quem o compositor dos príncipes do estado de ESTE, Luzzasco Luzzaschi, escreveu madrigais para uma só voz, dentro de uma composição onde entravam pelo menos três vozes, em principio com acompanhamento de instrumento de teclas um alaúde e um de cordas o «baixo». Estava preparado o "espaço" para a aparição de um "Génio" que conjugaria as diferentes correntes,em autênticos dramas musicais...!
CLAUDIO MONTEVERDI
domingo, 17 de abril de 2011
Recomecemos o até já...
Este até já foi um pouco longo por surpresas de saúde.
Estávamos falando da na altura da nova relação entre juntar a música ás palavras. Para isso foi necessário criar (descobrir), uma base teórica, ou seja um novo "conceito", de expressão musical/teatral.
Os Gregos suponham que tinham logrado criar essa unidade entre a palavra e a música, mas não o que ficou somente foi uma brevissima canção de (coro), da tragédia de EURÍPEDES "Orestes", e por isso muito pouco se conhece dessa fase GREGA.
Surge então Vincenzo Galilei, músico (1533-1591), pai do célebre astrónomo Galileu que com o pouco que descobriu sobre essa tentativa Grega, ainda publicou um estudo sobre este assunto. Por essa altura eruditos e artistas fundaram um "clube", muito selecto que se chamava "CAMERATA", baseado num audacioso instrumento feito por um Italiano de seu nome Nicola Vicentino, ao qual tinha dado o nome de «Archicembalo» para conseguirem as antigas escalas e assim tentarem recrearem as tentativas Gregas "dessa" junção e a partir daí baseando-se nas extraordinárias tragédias da civilização GREGA, unindo a palavra à música ir descobrindo o que hoje chamamos...ÓPERA.
Mas isto foi só um começo muito ainda há para desenvolver...voltarei
Estávamos falando da na altura da nova relação entre juntar a música ás palavras. Para isso foi necessário criar (descobrir), uma base teórica, ou seja um novo "conceito", de expressão musical/teatral.
Os Gregos suponham que tinham logrado criar essa unidade entre a palavra e a música, mas não o que ficou somente foi uma brevissima canção de (coro), da tragédia de EURÍPEDES "Orestes", e por isso muito pouco se conhece dessa fase GREGA.
Surge então Vincenzo Galilei, músico (1533-1591), pai do célebre astrónomo Galileu que com o pouco que descobriu sobre essa tentativa Grega, ainda publicou um estudo sobre este assunto. Por essa altura eruditos e artistas fundaram um "clube", muito selecto que se chamava "CAMERATA", baseado num audacioso instrumento feito por um Italiano de seu nome Nicola Vicentino, ao qual tinha dado o nome de «Archicembalo» para conseguirem as antigas escalas e assim tentarem recrearem as tentativas Gregas "dessa" junção e a partir daí baseando-se nas extraordinárias tragédias da civilização GREGA, unindo a palavra à música ir descobrindo o que hoje chamamos...ÓPERA.
Mas isto foi só um começo muito ainda há para desenvolver...voltarei
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Porquê..., Ópera e como começou...?
Ainda é comum hoje em dia, atribuir-se a "Monteverdi" A "Paternidade","Ópera" "Obra"(de seu nome em latim e italiano), mas talvez seja precipitado afirmá-lo, porque sendo ele talvez o primeiro protegido, a ter um mecenas, 1º Duque de Mântua, essa seja a causa, juntando tão belas obras como, Orfeo (1607), O regresso de Ulisses à Pátria, e A coroação de Pompeia...,etc, o tenham colocado em tão alto pedestal. Mas quem sabe ao certo, talvez tudo tenha começado como um jogo para entreter a aristocracia nas suas longas e fastidiosas festas anos atrás.
Nada de muito concreto se sabe quem teve a ideia de juntar a palavra à música, formando "intermezzos" com pequenos dramas, muitas vezes retirados da mitologia Grega que rejuvenesciam o espírito das reuniões, convidando muitas vezes os donos das mesmas a representarem figuras que davam grande brilho e mérito ao homenageado. Certo que para estas festas eram sempre convidados grandes ou pequenos cantores, que estariam em moda nessa época. possivelmente tudo começou como uma atitude de riqueza e luxo , se não falarmos agora do que já se produzia musicalmente para as ordens religiosas...,até já
.
Nada de muito concreto se sabe quem teve a ideia de juntar a palavra à música, formando "intermezzos" com pequenos dramas, muitas vezes retirados da mitologia Grega que rejuvenesciam o espírito das reuniões, convidando muitas vezes os donos das mesmas a representarem figuras que davam grande brilho e mérito ao homenageado. Certo que para estas festas eram sempre convidados grandes ou pequenos cantores, que estariam em moda nessa época. possivelmente tudo começou como uma atitude de riqueza e luxo , se não falarmos agora do que já se produzia musicalmente para as ordens religiosas...,até já
.
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
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